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Friday, August 9, 2013

The Big Bang - Lawrence Krauss and Michio Kaku

Dear Readers

You'd think that here are everybody naive ignorant people who have to agree with everything. And yes some of us do know what is physics and what is not. You'd think that you watch the absolute truth here but you just watch physics mixed with some dogmatism. And the result is dogmatism in science and a contrast between physics and theology, with many naive follow this contrast, which of course sells a lot.

Friday, August 2, 2013

Write comic strips by your own


Hello Dear Readers

This is a cool tool to who wants to practice English having fun. I have been playing here writing comic strips.

I've been planning using it with my students to creat some short stories in class, asking them to create dialogues based on the subject of our English lessons.

The best of all you don't need to download anything, neither having an account. First you click on the characters, then the background, choose a speech bubble, type in the text(submitting the words) and when you've finished click FINISHED and you will recieve a link, with which you will access your comic strip.

That is quite easy of using.


find here a tutorial on how to use http://writecomics.com/




Have fun

Nevton de Liz


Tuesday, April 2, 2013

O AFOGADO MAIS BONITO DO MUNDO - GABRIEL GARCIA MÁRQUEZ




De novo o silêncio. E, de novo, a voz de outra mulher... "Essas mãos... Como são grandes! Que será que fizeram?"

Texto publicado na Folha de São Paulo, 27/06/2007   por Rubem Alves





SOU ANTROPÓFAGO. DEVORO livros. Quem me ensinou foi Murilo Mendes: livros são feitos com a carne e o sangue dos que os escreveram. Os hábitos de antropófago determinam a maneira como escolho livros. Só leio livros escritos com sangue. Depois que os devoro, deixam de pertencer ao autor. São meus porque circulam na minha carne e no meu sangue.
            É o caso do conto "O Afogado Mais Bonito do Mundo", de Gabriel García Márquez. Ele escreveu. Eu li e devorei. Agora é meu. Eu o reconto.
            É sobre uma vila de pescadores perdida em nenhum lugar, o enfado misturado com o ar, cada novo dia já nascendo velho, as mesmas palavras ocas, os mesmos gestos vazios, os mesmos corpos opacos, a excitação do amor sendo algo de que ninguém mais se lembrava...
            Aconteceu que, num dia como todos os outros, um menino viu uma forma estranha flutuando longe no mar. E ele gritou. Todos correram. Num lugar como aquele até uma forma estranha é motivo de festa. E ali ficaram na praia, olhando, esperando. Até que o mar, sem pressa, trouxe a coisa e a colocou na areia, para o desapontamento de todos: era um homem morto.
            Todos os homens mortos são parecidos porque há apenas uma coisa a se fazer com eles: enterrar. E, naquela vila, o costume era que as mulheres preparassem os mortos para o sepultamento. Assim, carregaram o cadáver para uma casa, as mulheres dentro, os homens fora. E o silêncio era grande enquanto o limpavam das algas e liquens, mortalhas verdes do mar.
            Mas, repentinamente, uma voz quebrou o silêncio. Uma mulher balbuciou: "Se ele tivesse vivido entre nós, ele teria de ter curvado a cabeça sempre ao entrar em nossas casas. Ele é muito alto...".
            Todas as mulheres, sérias e silenciosas, fizeram sim com a cabeça. De novo o silêncio foi profundo, até que uma outra voz foi ouvida. Outra mulher... "Fico pensando em como teria sido a sua voz... Como o sussurro da brisa? Como o trovão das ondas? Será que ele conhecia aquela palavra secreta que, quando pronunciada, faz com que uma mulher apanhe uma flor e a coloque no cabelo?" E elas sorriram e olharam umas para as outras.
            De novo o silêncio. E, de novo, a voz de outra mulher... "Essas mãos... Como são grandes! Que será que fizeram? Brincaram com crianças? Navegaram mares? Travaram batalhas? Construíram casas? Essas mãos: será que elas sabiam deslizar sobre o rosto de uma mulher, será que elas sabiam abraçar e acariciar o seu corpo?"
            Aí todas elas riram que riram, suas faces vermelhas, e se surpreenderam ao perceber que o enterro estava se transformando numa ressurreição: um movimento nas suas carnes, sonhos esquecidos, que pensavam mortos, retornavam, cinzas virando fogo, desejos proibidos aparecendo na superfície de sua pele, os corpos vivos de novo e os rostos opacos brilhando com a luz da alegria.
            Os maridos, de fora, observavam o que estava acontecendo e ficaram com ciúmes do afogado, ao perceberem que um morto tinha um poder que eles mesmos não tinham mais. E pensaram nos sonhos que nunca haviam tido, nos poemas que nunca haviam escrito, nos mares que nunca tinham navegado, nas mulheres que nunca haviam desejado.
A história termina dizendo que finalmente enterraram o morto. Mas a aldeia nunca mais foi a mesma.

Folha de São Paulo. 27/06/07


Boa leitura

Nevton 


Sunday, March 17, 2013

A importância do trabalho em equipe

Bom dia Pessoal,

Segue abaixo um material que mostra a importância do trabalho em equipe.
O sucesso depende fundamentalmente do trabalho em equipe. A satisfação profissional e pessoal será facilmente atingida pela união do grupo.


Um bom filme para entendermos a importância do trabalho em equipe, de permanecer unido é o filme japonês de Akira Kurosawa -  "RAM" .
Trailer:


Uma boa semana e desejos profundos de sucesso,

Nevton de Liz